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Clínica ProPlastica

O Guia da mamoplastia

O Guia da mamoplastia

A mamoplastia é toda cirurgia plástica que transforma e modifica o formato das mamas, tendo por objetivo torná-lo mais harmonioso e proporcional ao restante do corpo. A cirurgia realizada nos seios pode aumentar, diminuir ou mesmo alterar a aparência dos seios.

Vamos falar um pouco mais sobre o assunto?

Neste post abordaremos tudo que você precisa saber sobre mamoplastia.

Tipos de mamoplastia

Mamoplastia de aumento

A mamoplastia de aumento é a cirurgia plástica que tem como objetivo aumentar a mama feminina, através do uso de implantes de silicone para dar mais volume aos seios ou restaurar o volume mamário perdido, seja após a gravidez ou uma grande perda de peso. Nestes casos, é colocada uma prótese de silicone nos seios, que faz aumentar o volume. O tamanho recomendado pode variar de acordo com cada corpo e com a expectativa de cada mulher. A prótese de silicone pode ser colocada por cima do músculo do peito ou por baixo deste. O cirurgião plástico, junto com a paciente, definirá qual o tamanho ideal da prótese a ser utilizada.

Na mamoplastia de aumento ou cirurgia plástica com prótese de silicone, é feito um pequeno corte em torno da aréola dos seios, ou na parte inferior da mama ou ainda na axila, por onde é introduzida a prótese de silicone, que faz aumentar o volume do seio.

As cicatrizes variam de acordo com os locais onde foram feitos os cortes na pele, sendo comuns as pequenas cicatrizes na aréola ou na parte inferior da mama ou axila. As cicatrizes ficam bem pequenas, com cerca de 3 a 5 cm. O tamanho da cicatriz varia de acordo com o tamanho da prótese colocada e da qualidade da pele da paciente.

Sendo assim, a mamoplastia de aumento é indicada para pessoas com mamas muito pequenas e que desejam aumentar os seios, mulheres que perderam o volume dos seios após gravidez, amamentação e perda de peso.

Mamoplastia redutora

Mamoplastia redutora é o nome dado à cirurgia para redução dos seios, quando estes se encontram em tamanho e peso acima das características anatômicas do tórax. Este procedimento contempla ótimos benefícios às mulheres com seios muito grandes, o que geralmente proporciona incômodo estético entre elas.

Na mamoplastia redutora, os critérios para definir a quantidade de tecido mamário a ser retirado são:

  • Dimensão de tórax
  • Grau de hipertrofia mamária
  • Satisfação pessoal da paciente

Existem várias técnicas na medicina para a redução da mama, mas, geralmente é feita a retirada do excesso de tecido mamário e pele de uma determinada região da mama e em seguida, o remodelamento delas, dando-as um formato natural.

O tamanho e o formato da cicatriz variam de acordo com cada caso. Geralmente, fica uma cicatriz periareolar até uma maior, em formato de “T” invertido, que se inicia ao redor da aréola e se complementa com uma linha vertical e outra horizontal. Normalmente essas cicatrizes ficam em regiões onde é possível camuflá-las da melhor maneira possível.

A mamoplastia redutora é indicada para mulheres com mamas grandes e com algum grau de ptose que desejam reduzir seu tamanho. Em casos de gigantomastia, onde é retirado mais de um quilo de tecido mamário de cada mama, também é recomendada a mamoplastia redutora. Esse tipo de mama pode causar envergadura da coluna em função do seu peso. Nesta cirurgia, é removido o excesso de gordura e pele, atingindo um tamanho de mama proporcional ao corpo.

Nos últimos anos uma nova indicação surgiu, o uso da prótese na mamoplastia redutora. Neste procedimento cirúrgico é retirado o excesso de pele e de tecido mamário antes de introduzir a prótese de silicone. A vantagem desse método é uma consistência mais firme para as mamas e um colo mais marcado.

Mamoplastia reparadora

A mamoplastia reparadora também pode ser classificada como mastoplastia. Neste tipo são tratadas as assimetrias mamárias acentuadas, a diminuição da aréola, entre outros casos. A cirurgia corrige a diferença em tamanhos, formatos ou posição das mamas ou aréolas, mas o processo do procedimento irá depender da necessidade e do caso de cada paciente. Contudo, pode-se colocar implante na mama menor, reduzir a mama maior, reposicioná-los, dentre outros. Logo, tudo estará relacionado ao tipo de assimetria que exista e cada qual terá a aplicação de uma determinada técnica.

Mamoplastia reconstrutiva

Essa técnica é indicada para quem tem câncer de mama e é preciso retirar parte da mama ou ela completamente, a chamada mastectomia. O cirurgião refaz a mama e em muitos casos é necessário remover tecido de outras regiões do corpo, como por exemplo, costas e abdômen para se reconstruí-la.

A reconstrução mamária costuma ter duas variantes:

  • A cirurgia feita posteriormente a retirada da mama;
  • Ou pode ser realizada ao mesmo tempo que a mastectomia.

Deste modo, as pacientes nem precisam passar pelo trauma da amastia cirúrgica. A colocação simples de um implante tem uma recuperação muito mais curta e segue normalmente as mesmas condições das demais técnicas que usam esse recurso. Porém, cada paciente tem uma indicação diferente de tratamento.

Mastopexia

A mastopexia é o nome da cirurgia estética para levantar os seios, realizada por um cirurgião estético.

Desde a puberdade, os seios sofrem várias alterações causadas pelos hormônios, uso de anticoncepcionais orais, gravidez, amamentação ou menopausa. Por isso, com o tempo, os seios alteram o seu aspecto e consistência, tornando-se mais caídos.

A mastopexia permite reposicionar os seios numa posição mais alta, evitando que continuem descaídos.

Por vezes, a simples colocação de uma prótese de tamanho médio ou grande, e com alta projeção, pode solucionar o problema estético, se não for muito grande. 

Esta cirurgia pode deixar cicatrizes e, por isso, uma das técnicas mais utilizadas é a mastopexia peri aureolar, que deixa cicatrizes disfarçadas e quase invisíveis.

Nesta técnica o cirurgião faz o corte em volta da aréola, ao invés de fazer uma cicatriz na vertical. Assim, após cicatrizar, as pequenas marcas deixadas pelo corte são disfarçadas pela mudança de coloração da auréola para a pele da mama. No entanto, é possível que o uso do corte em volta da aréola não crie um levantamento mamário tão firme quanto a cicatriz vertical.

Indicação da mamoplastia

Algumas condições colaboram para a indicação da mamoplastia. Pacientes com mamas muito pequenas, com mamas grandes, que já passaram pela amamentação, tiveram perda excessiva de peso após cirurgia bariátrica ou que apresentam ptose (queda) e flacidez têm a indicação para a mamoplastia. 

É comum pacientes ainda na adolescência sentirem-se constrangidas com o tamanho das mamas, entretanto, é fundamental esperar o completo desenvolvimento do tecido mamário antes da realização da cirurgia plástica. Estima-se que a mamoplastia possa ser feita a partir do segundo ano após a menarca, ou seja, primeira menstruação.

Antes dessa idade, os riscos de a paciente ter que se submeter a uma mamoplastia secundária é maior, sendo que o resultado pode não ser como o esperado e gerar ainda mais desconforto.

Para saber a metodologia que trará o resultado almejado, é necessário consultar-se com um cirurgião plástico. Ele é o médico com habilidade para identificar a necessidade da paciente e assim indicar o procedimento adequado.

Cicatriz

A mamoplastia resulta em cicatriz. O tamanho e a posição cicatricial dependerão do procedimento a ser realizado na paciente, se será colocado próteses de silicone e se foi feito o lifting das mamas. Com os cuidados corretos, elas ficam pouco perceptíveis, em especial as que se localizam na parte inferior das mamas.

O processo de cicatrização da paciente é fundamental neste momento, pois, caso ocorra alguma infecção, pode ser que a cicatriz se torne mais perceptível justamente pelo processo inflamatório.

Cuidados pós-operatório

Seguem algumas recomendações comuns após a cirurgia de mamoplastia:

  • Mantenha repouso de acordo com a recomendação do cirurgião plástico;
  • Evite movimentos com os braços em excesso, principalmente nos 10 primeiros dias. Isto é importante para uma boa cicatrização. 
  • Siga rigorosamente a prescrição médica.
  • Alimentação equilibrada;
  • Voltar ao consultório nas consultas de retorno;
  • Utilize o sutiã de acordo com as orientações do médico;
  • A exposição ao sol pode ser feita após 30 dias gradativamente.
  • Os exercícios físicos moderados podem ser iniciados após 30 dias.
  • Não utilize outros analgésicos além dos recomendados.

O importante é seguir todas as recomendações do cirurgião plástico.

Resultado

A paciente só conseguirá ver o resultado final entre seis meses a um ano da cirurgia. Da mesma forma, após poucos meses da cirurgia a paciente já pode ter uma boa noção de como ficará.

É importante considerar que cada paciente evoluirá de forma diferente para alcançar o resultado final. Contudo, é preciso levar em conta as condições físicas e de saúde da paciente e também se ela seguiu corretamente todos os passos para uma boa recuperação.

Para mais informações, fique à vontade para marcar uma consulta. Escreva-me também através das redes sociais:
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Dra. Alexandra Rezende
Cirurgiã Plástica em Belo Horizonte – Hospital Dia ProPlastica

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Proplastica Cirurgia Plástica

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