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Orelha em abano: Técnica que faz correção sem bisturi

Orelha em abano: Técnica que faz correção sem bisturi

A otoplastia é a cirurgia plástica que corrige a orelha em abano e consequentemente proporciona uma qualidade de vida melhor para seus pacientes. Existem várias técnicas utilizadas pelos cirurgiões para amenizar este problema. Mas, falaremos sobre um procedimento pouco invasivo e eficaz que não necessita de cortes – a Técnica Rezende.

Otoplastia fechada – Técnica Rezende

A técnica Rezende é um procedimento novo, desenvolvida pelos irmãos e cirurgiões plásticos Dr Alexandre Marcondes Rezende e Dr Agliberto Marcondes Rezende.

A otoplastia fechada é pouco invasiva e não exige cortes. Sendo assim, o cirurgião utiliza um fio não absorvível (nylon) dentro da cartilagem da orelha, com o objetivo de dar a elas um novo formato. No geral, este fio é bastante tolerado por causar pouca reação com o corpo. Sendo assim, podemos dizer que o fio de nylon é inerte, ou seja, com menos chances de infecção, inflamação ou rejeição.

Vale ressaltar que na técnica Rezende não é utilizada nenhum dispositivo. Sendo assim, não existe a necessidade de fazer micro incisões no pavilhão auricular. Portanto, o paciente não precisa se preocupar, pois não haverá o uso do bisturi. Contudo, é utilizado apenas o fio de nylon, que pode ficar no organismo do paciente por tempo indeterminado.

Os pontos são feitos internamente, mas com uma visão externa do cirurgião, para que o procedimento alcance seu objetivo principal. Sendo assim, o fio de nylon não deve ficar aparente e o paciente não precisa se preocupar em retirar pontos.

Sobretudo, em aproximadamente 6 meses  a orelha da pessoa atingirá o resultado esperado, mas o processo de cicatrização continua ocorrendo até cerca de 1 anos após o procedimento.. Portanto, caso seja necessário retirar o fio de nylon depois deste período, a orelha não deve voltar ao estágio inicial, pois já foram criadas as devidas aderências.

A participação do paciente durante a cirurgia de correção da orelha em abano

Durante o procedimento o paciente pode ficar totalmente consciente, já que a anestesia aplicada é a local. Mas, se houver a necessidade de usar a sedação, o médico avaliará esta possibilidade para que o procedimento seja realizado da melhor maneira para o paciente e para o médico.

Se a otoplastia fechada for realizada em uma pessoa tranquila, o cirurgião indicará a não utilização do sedativo para que ele possa participar e opinar durante o procedimento. Portanto, o paciente poderá se olhar no espelho, ao final do procedimento de cada orelha, e dizer por exemplo, se está gostando, se quer que a orelha fique mais junta ou mais solta, entre outros. Contudo, tem sido muito válido a interação do paciente com o médico, visando melhores resultados.

 

O pré-operatório

A otoplastia fechada para corrigir orelha em abano, por ser uma cirurgia de pequeno porte e pouco invasiva, oferece poucos riscos, mas mesmo assim o médico irá avaliar as condições de saúde do paciente.

Em primeiro lugar, é fundamental um consulta presencial para que o cirurgião plástico possa explicar detalhadamente sobre a técnica a ser utilizada.  Além de avaliar o quadro clínico do paciente, bem como solicitar alguns exames laboratoriais de acordo com o histórico de saúde da pessoa.

Complicações

Assim como em qualquer outro procedimento cirúrgico, pode existir o risco de complicações, como por exemplo:

  • Hematomas;
  • Infecções;
  • Rejeição do ponto (quando o organismo expulsa o fio de nylon);
  • Recidivas (quando há a necessidade de corrigir a orelha com um novo ponto).

Geralmente, o médico irá marcar o retorno do paciente em 30 dias para acompanhar a evolução da cirurgia. Mas, se acontecer qualquer anormalidade antes deste período ou depois dele, você deve procurar pelo cirurgião que fez a operação. Sendo assim, ele poderá tomar as devidas providências para resolver o problema.

A Técnica Rezende tem semelhança com a Técnica Earfold?

Ambas as técnicas tem suas particularidades e a pessoa interessada em fazer a otoplastia, deve conhecê-las a fundo. Sendo assim, juntos (cirurgião e paciente) poderão optar pelo procedimento que mais atende suas necessidades no momento.

Como falamos anteriormente, na técnica Rezende não é utilizada nenhum dispositivo além do fio de nylon, diferente da Earfold. Pois, nesta técnica o cirurgião faz uma pequena incisão para introduzir o dispositivo médico em formato de U.

Ele tem dimensões pequenas e é colocada de maneira subcutânea. Portanto necessita de descolamento da pele e da cartilagem, diferente da técnica de Rezende em que não há nenhum descolamento. A estrutura é fabricada com uma liga metálica de nitinol. Este dispositivo não fica visível, mas pode ser palpável através da pele fina da orelha. Sao necessários alguns poucos pontos para fechar as pequenas incisões.

Vale dizer que, geralmente esse implante não permite ajustes para deixar a orelha um pouco mais aberta ou mais fechada.

Sobretudo, tanto uma técnica como a outra, tem por objetivo corrigir a orelha em abano e ambas têm êxito no seu objetivo. No geral, a experiência do cirurgião conta muito para que o procedimento seja bem sucedido. Contudo, antes de fazer qualquer cirurgia avalie o currículo do médico, sua prática e se ele é membro da SBCP (Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica). Esta iniciativa te proporcionará mais segurança e tranquilidade.

Quer saber mais sobre a inovadora técnica Rezende? Agende uma consulta presencial e esclareça as suas dúvidas.

 

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Dr. Alexandre Rezende
Cirurgião Plástico em Belo Horizonte – Hospital Dia ProPlastica
CRM: 50932 / RQE: 36056

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